quarta-feira

29º Capítulo

Na manhã seguinte, Vanessa acordou com um delicioso aroma de café. Quando abriu os olhos, Poncho estava diante dela com duas canecas fumegantes.
- Feliz Natal, Vanessa!
- Feliz Natal, Zac!
Eles haviam dormido na sala. Zac lhe emprestara uma de suas camisas novas e após ajudá-lo a empurrar o sofá para perto da lareira, passaram a noite ali mesmo. Juntos no sofá. A princípio Zac insistira em colocar um saco de dormir no chão para si, mas Vanessa não permitira.
- Vai passar muito frio no chão, Zac. E além disso, há espaço suficiente para nós dois aqui no sofá.
Depois de alguma discussão, ele acabara cedendo. Vanessa arrumou um travesseiro de cada lado do sofá e Zac providenciou vários cobertores.
Dormiram aquecidos pelo calor da lareira, uma vez que os quartos deviam estar gelados com o aquecimento quebrado.
- Dormiu bem, Vanessa?
- Sim... - ela bocejou. - Já é de manhã?
Zac riu, passando-lhe uma das canecas.
- São exatamente nove horas. E não está mais nevando. - Ele indicou o encosto do sofá. - Deixei um de meus robes ali, caso queira usá-lo.
Vanessa afastou as cobertas para pegá-lo. As pernas bem torneadas ficaram à mostra sob a camisa, e Zac não pode deixar de admirá-las. Dormir com aquela mulher sem fazer amor, só mesmo tendo nervos de aço ou sendo muito louco. Só gostaria de saber qual dos dois seria o caso dele.
- Está tão pensativo, Zac. O que houve?
Zac desviou rapidamente os olhos das pernas dela.
- Nada, nada. Sinto não ser um bom cozinheiro ou teria preparado um café da manhã completo.
- O café está delicioso. - Vanessa tomou um gole. - E pode deixar que eu mesma farei nosso café da manhã. Será minha contribuição por todos os problemas que estou lhe causando.
- Que problemas?
- Ocupei o sofá inteiro esta noite, Zac. Pensa que não notei que mal se mexeu?
- Bobagem, dormi muito bem. E depois estou sempre tão sozinho nesta casa imensa que sua companhia é sempre um prazer, não um problema.
- Obrigada... - Vanessa sorriu satisfeita. - E hoje é Natal, Zac. Teve alguma notícia das ruas?
- No rádio disseram que ainda estão perigosas. Mas parece que o tempo vai melhorar à tarde. Creio que à noitinha já poderei levá-la para o seu apartamento.
- Não tenho pressa. E depois não se esqueça de que há um pato esperando por mim na cozinha, lembra-se?
Após terminar o café, Anahí vestiu-se, arranjando-se o melhor que podia. Trazia apenas um batom e um pó compacto na bolsa, mas foi o suficiente para dar-lhe um ar mais de acordo com aquele dia especial.
Os dois optaram por um café da manhã bem leve. Assim sentiriam mais apetite para o pato que Vanessa decidiu preparar com laranja e purê de maçã.
Por volta do meio-dia, quando o aroma de laranja começou a invadir a cozinha, ela disse sorrindo:
- Meu pobre peru deve estar se sentindo tão só e abandonado lá em casa. Judiação...
- Quem sabe não poderemos comê-lo no almoço de ano-novo? - Zac sugeriu. - Isto é, se não estiver cansada de me ver pela frente, é claro.
- Zac! - Vanessa o repreendeu. - Esqueceu-se de que estará com Lilly?
- Puxa, é mesmo. - Zac sentiu que corava. Se não tomasse mais cuidado acabaria se traindo. - Esqueci-me completamente.
Ela o fitou ressabiada.
- A menos que queria levá-la à minha casa.
- Não! - Zac praticamente gritou. - Quero dizer, é melhor não, Vanessa.
- Você acha que... que se contar à Lilly sobre nossa amizade, porá tudo a perder?
- Indiscutivelmente - ele concordou com veemência. - Se Lilly ficar sabendo não terei a menor chance. Será o meu fim.
Vanessa o fitou intrigada. Às vezes estranhava as atitudes de Zac. Ele passava de um extremo ao outro com a maior facilidade. Num momento parecia nem lembrar-se da existência de Lilly. No instante seguinte, porém, falava dela como se conquistá-la fosse uma questão de vida ou morte.
Vanessa suspirou abrindo a porta do forno.
E quanto a ela? O que faria a respeito de toda a situação? Entregaria de mão beijada o homem que amava a uma mulher cheia de pose que sempre o humilhara? Quem garantiria que Lilly iria gostar de Zac mesmo depois de vê-lo mudado? Droga! Era claro que a garota ia cair apaixonada assim que o visse!
- Um peru é sempre um peru, Zac - disse sem entusiasmo. - Poderemos comê-lo num outro dia qualquer, se você quiser.
Somente os dois? Zac estranhou que Vanessa não mencionasse Lilly. Poderia ser um bom sinal. Talvez ela começasse a querê-lo para si.
- Não vou me esquecer de cobrar esse convite, Vanessa. - disse, chegando bem perto dela, de propósito. - Posso ajudá-la em alguma coisa?
Vanessa estremeceu. Suas reações à proximidade de Zac estavam se tornando mais intensas a cada minuto.
- Eu... Não me lembro de nada no momento - disse, afastando-se. - O que vai querer para sobremesa?
- Quais você sabe fazer?
- Muito poucas. Pudim, bolo de chocolate e torta de maçã.
- Bolo de chocolate!
- No Natal? Não é uma sobremesa típica.
- E quem se importa? Adoro bolo de chocolate, mas a sra. Gaines nunca faz. Insiste em preparar pratos complicados quando prefiro coisas simples.
- Por que não a deixa saber de suas preferências, Zac? Deve dizer às pessoas do que gosta.
Não era necessário lembrá-lo. Zac já estava cansado de saber. Na verdade toda vez que olhava para Vanessa ficava imaginando qual seria a reação dela se lhe dissesse que a amava.
Oiiiii
Vou ter um troço com esse dois...
Que mancada o Zac deu agora... Esqueceu de Lilly hahahaha
Tudo bem que ela não existe mas esse plano dela ta cada
vez mais por um fio...
Comentem ai...
Obrigada pelos comentários
Beijinhoos e até amanhã..

3 comentários:

  1. Zac conta logo
    Vou infartar aqui
    Amando a fic ♡♡♡♡
    Posta mais,kisses

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  2. Zac ta muito enrolado cara, a mds , posta mais bjs bjs

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  3. Nossaaaa o zac tem que contar logo para Vane pois ele ta se complicando cada dia mais. Bjos posta maisss

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